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Tecnologias à frente de seu tempo


O mundo da tecnologia é feito de constantes revoluções. A cada nova criação, seja ela um produto ou apenas uma tecnologia inovadora, o mercado se agita e se reestrutura por conta dessas “novas tendências”, além de sempre empolgar o público ávido por novidades. Quantas vezes você já ouviu que determinado lançamento iria “reinventar” a forma de se fazer algo?

Entretanto, nem sempre essas promessas são verdadeiras. Os motivos são variados e vão desde o simples fato de a tecnologia não atender às expectativas criadas até problemas de marketing ou o surgimento de um forte concorrente que conquiste o usuário.

Por outro lado, há aquelas que realmente trazem um conceito inovador, útil e interessante, mas que não conseguem se popularizar. São tecnologias que realmente revolucionam, mas não obtêm o sucesso merecido por possuírem um conceito para o qual o público ainda não está preparado. É como se elas estivessem à frente de seu tempo.

Mesmo que consideremos os tempos atuais como o suprassumo da evolução tecnológica, ainda encontramos exemplos de conceitos que parecem estar deslocados do momento de tão ambiciosos e futuristas que são. Conheça agora alguns daqueles que ainda precisam de tempo para amadurecer.

Projetos prematuros

Helicóptero de da VinciA melhor forma de entender do que se trata uma “tecnologia à frente de seu tempo” é imaginá-la como algo que foi criado antes do que deveria, seja por falta de suporte para pô-lo em prática ou pelo fato de as pessoas ainda não estarem prontas para utilizar algo desse nível.

Exemplos não faltam. No século XV, Leonardo da Vinci projetou uma espécie de máquina de voo bastante semelhante com o helicóptero, que só foi construído da forma que conhecemos hoje - quase 500 anos depois.

Algo semelhante aconteceu com o efeito 3D, tão popular nas salas de cinema atuais. Seu conceito original data do ano de 1800. Apesar disso, tornou-se popular nos anos de 1950 e voltou a cair no esquecimento até ser o grande destaque de 2010.

A própria Apple foi vítima de sua genialidade. Na década de 80 ela lançou o Newton, um computador portátil em que o usuário controlava todas as ações por meio de uma tela sensível ao toque, mas foi considerado um dos maiores fracassos da empresa. Essa descrição faz com que você se lembre de algo, não? O Newton foi o primeiro tablet da marca de Steve Jobs e é o “pai” do iPad, o grande sucesso de vendas deste ano.

Newton, o primeiro tablet da Apple

Mas o que fez esses três casos falharem nas primeiras tentativas e voltarem com força tempos depois? Como dito anteriormente, o maior problema enfrentado pelas três tecnologias foi a falta de suporte existente na época de criação. O maior exemplo disso é o 3D, que devido aos recursos de antes, gerava um efeito impreciso e incômodo, que muitas vezes causava dor de cabeça ao usuário.

Já o Newton e o helicóptero também mostram que a sociedade precisa estar pronta para receber determinado tipo de conceito Quando o Newton foi lançado, no início dos anos 80, os computadores pessoais ainda estavam dando os primeiros passos e se popularizando. Oferecer ao usuário uma alternativa portátil e sem teclado e mouse era algo estranho, pois não havia a mesma necessidade de mobilidade de hoje.

Mesas digitais

Microsoft SurfaceSe essas tecnologias já se consolidaram depois de fracassar no passado, significa que outras surgiram para ter o título de “à frente de seu tempo”. Entre elas, uma das mais significativas é a mesa digital.

Nunca ouviu falar? Não se desespere, pois você não é o único, já que esse tipo de dispositivo não se tornou tão popular quanto se esperava e o máximo que conseguiu foi impressionar com projetos ousados e vídeos bem feitos no YouTube.

Como o próprio nome sugere, as mesas digitais são uma espécie de computador com formato que se assemelha ao móvel de cozinha. Com tela multitoque, câmeras de infravermelho e vários outros recursos tecnológicos, esperava-se que elas fizessem sucesso devido às infinitas possibilidades de uso oferecidas.

A própria Microsoft decidiu apostar no formato com o Microsoft Surface. Entre os diversos vídeos promocionais do produto é possível ver sua utilização em bares e restaurantes, tornando o atendimento muito mais prático, intuitivo e rápido. Entretanto, o sonho de ter o controle de tudo na ponta dos dedos não aconteceu.

Surface em ação só na teoria

A grande barreira que esse tipo de tecnologia enfrentou foi o preço elevado das mesas digitais. Cada unidade do Microsoft Surface, por exemplo, custa em torno de 12 mil dólares. Já imaginou quanto custaria equipar um restaurante inteiro com uma belezinha dessas?

Serviços por voz

Quantas vezes você viu em filmes de ficção científica computadores capazes de realizar qualquer tipo de operação apenas com um comando de voz do usuário? Apesar de ainda não existir nenhum tipo de ferramenta desse nível, os serviços de voz já são uma realidade. Ou melhor, são uma tentativa.

Ainda não é dessa vez

Se no futuro esperamos que tudo possa ser feito apenas com a fala, hoje temos uma limitação tecnológica que restringe esse tipo de serviço a apenas algumas funções, que nem sempre são realizadas com perfeição.

Muitos celulares já são capazes de realizar ligação quando o usuário fala o nome de algum contato registrado no aparelho, mas o recurso ainda não funciona de maneira precisa. Como essa associação é feita a partir de uma gravação de voz, qualquer diferença no timbre ou entonação faz com que o equipamento não encontre a pessoa para quem você pretende ligar.

Um pouco mais no futuro, quem sabe...

Além disso, outro sistema que utiliza a voz, mas que não deu tão certo são os programas que permitem você controlar o computador por meio da voz. Da mesma forma que existem problemas de reconhecimento nos celulares, nos PCs não é diferente. Aplicativos que transcrevem conversas, por exemplo, apresentas falhas em identificar certas palavras, seja por não encontrá-las em seu dicionário ou por uma dificuldade de reconhecimento.

O principal problema desse tipo de tecnologia é encontrar um padrão universal de tons, além de um extenso vocabulário. Em um idioma como o português, que possui diversas variações, além de sotaques e expressões regionais, criar uma unidade é um desafio para o futuro.

Tradutores

Apesar de o Google Tradutor já estar presente em nossas vidas e ser amplamente utilizado, ainda há a sensação de que ele é um projeto prematuro em que há muita coisa para ser melhorada.

Tradução instantânea: ainda precisa amadurecer

Quem já utilizou a ferramenta sabe que ela possui vários problemas de concordância e interpretação. Isso acontece porque a tradução é feita a partir de algoritmos, uma lógica matemática de dados, ou seja, um processo inteiramente mecânico. Qualquer termo que esteja fora ou discorde da diretriz principal não é interpretado.

Isso não significa que os tradutores são uma tecnologia que falhou, mas que precisa de mais tempo para amadurecer. Quem sabe no futuro essa limitação seja eliminada e todos os idiomas possam ser compreendidos e traduzidos claramente, assim como víamos nos seriados de ficção científica.

Teclado virtual

As teclas fazem falta

Conectar-se em qualquer lugar e utilizar um computador sem a limitação do mouse e do teclado. Por muito tempo isso foi desejado e finalmente chegamos a um estágio em que é possível, não é mesmo, tablets?

Porém, o resultado é um tanto quanto aquém daquilo que esperávamos. Enquanto a substituição do mouse pelo touchscreen foi bastante natural e funcional, o teclado não teve a mesma sorte.

Por mais que a virtualização apenas reproduza o formato do periférico na tela do equipamento, a sensação de digitar é completamente diferente. O próprio iPad, da Apple, recebeu críticas em relação a isso, já que muitos usuários não aprovaram a utilização da tela para escrever suas mensagens.

O motivo? Depois de tantos anos apertando teclas e ouvindo o “tec tec” dos botões, a utilização de teclados virtuais causa estranhamento na maioria das pessoas. A perda de referencial é um dos principais fatores que fazem com que esse tipo de ferramenta precise de uma segunda chance para ter o reconhecimento que merece.

Nem mesmo o teclado do iPad escapou

Kinect – ou o antigo Projeto Natal

OK, sabemos que o Kinect (ou Projeto Natal, se preferir) ainda não foi lançado, mas uma coisa é certa: já está gerando polêmica. Da mesma forma que o teclado virtual ainda sofre com a perda de referencial, a falta de um joystick é o principal motivo para que muitos jogadores olhem com estranheza para a grande novidade da Microsoft para seu console.

Kinect

Um dos primeiros vídeos de divulgação do acessório foi duramente criticado por conta dos movimentos desengonçados que as pessoas faziam para realizar os movimentos em frente ao video game.

Sem um controle, as pessoas simplesmente tendem a agir instintivamente para realizar as ações na tela, e como o equipamento possui um tempo de resposta de alguns segundos, o resultado é a insistência no movimento e a sensação de que aquilo tudo é bizarro. Torçamos para que, na prática, isso fique mais natural.

Computação nas nuvens

Outra tecnologia que é sempre vista como a grande tendência do momento, mas ainda precisa de um grande impulso para deslanchar é a computação em nuvens. O conceito de que nada precisa ser instalado em seu computador, já que tudo vai ser disponível online, é uma grande promessa que ainda precisa conquistar o público para se tornar realidade.

Google Docs: a maior aposta de computação em nuvens

Por mais que a Google invista pesado nesse setor com o Docs, Maps, Talk e o próprio iGoogle, os usuários ainda precisam se adaptar à proposta. Muitas pessoas já se tornaram adeptos desses serviços, mas a grande maioria está habituada ao padrão de ter seus arquivos e programas armazenados no disco rígido de seu computador.

Além disso, a empresa possui um projeto ainda mais megalomaníaco envolvendo a computação em nuvens. Seu sistema operacional, o Chromium OS, é totalmente baseado nessa tecnologia e dispensa a instalação de qualquer aplicativo. Resta saber se as pessoas vão trocar o atual formato por algo um tanto quanto “abstrato” para muitos.

Chromium OS

Realidade aumentada

Eis um grande exemplo de algo que assusta por parecer futurista demais. A interação entre o real e o digital está em alta no momento, mas de maneira bastante rudimentar. A realidade aumentada possui um potencial de uso muito grande e, por enquanto, só é utilizada para jogos e outros pequenos recursos.

Os motivos são simples. Uma utilização massiva necessitaria, primeiramente, de suporte. Alguns conceitos apresentam celulares que utilizam a câmera para criar um GPS inteligente, mas para isso seria preciso que uma boa parcela dos usuários tivesse um equipamento capaz de realizar esse tipo de função.

A grande utilização da realidade aumentada ainda é casual

Além disso, a sensação de interagir com algo inexistente ainda assombra e faz com que essa tecnologia fique restrita apenas a alguns segmentos, como os video games, que vêm explorando cada vez mais a realidade aumentada em seus jogos.

Todos merecem uma segunda chance

Estar à frente de seu tempo não significa que as tecnologias falharam em definitivo. Assim como o Newton e o 3D, todos os exemplos citados não tiveram a aceitação ou efetividade merecida por falta de amadurecimento, seja do recurso em si ou do próprio público.

Isso significa que para consolidar um conceito, não basta apenas revolucionar. Mudanças drásticas assustam o usuário e afugentam-no, como aconteceu com o Google Wave. Portanto, não é necessário apresentar uma tecnologia superior ou incrivelmente inovadora: basta que ela sacie a necessidade de quem vai utilizá-la.

NOVO TOUCH SCREEN



Pesquisadores da Coreia do Sul e do Japão conseguiram, pela primeira vez, criar uma tela com mais de 70 cm² utilizando o grafeno, uma folha de carbono com a espessura de um átomo e com alta resistência por ser o material mais forte já descoberto.

A ideia de usar o material na criação de telas sensíveis ao toque foi impulsionada justamente por sua espessura e resistência, afinal, é possível criar placas transparentes e flexíveis que não se desgastarão com o tempo e resistirão a quedas e riscos.

Grafeno?

Para quem ainda não conhece, o grafeno foi descoberto no final de 2004, por um grupo de pesquisadores do Centro de Nanotecnologia da Universidade de Manchester (Inglaterra). Ele é composto apenas por átomos de carbono organizados em hexágono (o formato dos favos de mel) e possui a espessura de um único átomo.

Tela sensível ao toque de grafeno

A criação da tela foi levada a cabo na Universidade de Sungkyunkwan, localizada em Seul, capital sul-coreana. A equipe de pesquisadores, liderada por Byung Hee Hong e Jong-Hyun Ahn fez uso da técnica CVD (acrônimo para chemical vapour deposition ou, em português, deposição de vapor químico) para aplicar uma camada de grafeno sobre uma folha de cobre.

Posteriormente, a placa de cobre foi substituída para uma camada de polímero adesivo por meio de uma prensa e o resultado final disso também recebeu outra camada de grafeno por pressão. Por fim, o material foi aquecido para liberar o polímero adesivo.

Processo de criação da tela de grafeno. Imagem: Nature Nanotechnology

Processo de criação da tela de grafeno. Imagem: Nature Nanotechnology

O mesmo processo foi repetido várias vezes para adicionar outras camadas de grafeno, visto que a substância não é livre de imperfeições que poderiam prejudicar seu desempenho. Contudo, mesmo após a inserção de várias novas camadas o material permaneceu com 97% de transparência.

Com isso se conseguiu a criação de uma folha de grafeno medindo 30 polegadas (aproximadamente 76 centímetros). O painel da tela contou também com os nanotransistores de grafeno que tornaram o equipamento, além de sensível ao toque e flexível, também resistente a altas tensões.

Nanico e resistente

O grafeno parece, realmente, ser o futuro da tecnologia. Além das telas sensíveis ao toque transparentes, leves e carregadas de tecnologia, muito se fala sobre a aplicação da substância na criação de transistores – elemento essencial em todo e qualquer eletrônico.

O transistor de grafeno tem o comprimento de dez átomos de carbono e a espessura de um único átomo. Como um átomo carbônico mede 0,1 nanômetro, logo, o transistor feito de grafeno mede 1 nanômetro. Para ter uma ideia, os chips modernos são construídos com transistores de 45 nanômetros.

Com a tendência à portabilidade e à miniaturização que segue a tecnologia, com celulares, tablets e e-readers cada vez mais repletos de funções anteriormente reservadas apenas a computadores, a possibilidade de um transistor feito com grafeno, minúsculo e resistente, aparece como um caminho bastante promissor.

Outro ponto importantíssimo que faz crer serem verdadeiras as afirmações que colocam o grafeno como a substância chave para o futuro da tecnologia é sua resistência. Cientistas da Universidade de Colúmbia confirmaram a substância como o material mais forte já medido pelo homem.

De acordo com o pesquisador James Hone, o grafeno é 200 vezes mais forte que o aço estrutural. Para furar uma folha simples de grafeno seria necessário equilibrar um elefante sobre um lápis. Só assim já dá para se ter uma ideia da enorme capacidade deste potente material.

O uso do grafeno

Apesar da tela sensível ao toque já estar sendo testada por pesquisadores, ainda é muito cedo para se alvoroçar e esperar algum produto com a substância lançado para o consumidor. Um dos principais motivos pode ser a vontade dos fabricantes, que talvez não vejam muito sentido em criar equipamentos com materiais extremamente resistentes e praticamente indestrutíveis.

De qualquer forma, a imaginação sempre é o limite e os entusiastas da tecnologia já colocaram as mangas de fora e encontraram inúmeras possibilidades para o grafeno. No vídeo abaixo você vê uma garota com sua “folha inteligente” de grafeno que funciona como tablet, notebook, telefone celular, relógio e por aí vai.

Outras aplicações para a substância são apontadas (além de telas sensíveis ao toque), como sensores moleculares, células solares e demais dispositivos de cristal líquido. Se deseja saber mais sobre o grafeno e suas aplicações, acesse e leia o artigo Conheça o grafeno, material que promete substituir o silício na fabricação de componentes eletrônicos.

Por que o Google se chama “Google”?


O nome da gigante da internet na verdade surgiu de um erro de escrita, mas vamos contar essa história do início.

Existe uma expressão que representa o número 1 seguido de 100 zeros, que é googol. Essa expressão foi criada por Edward Kasner, um matemático. Certo dia ele pediu ao seu sobrinho para dizer uma palavra que representasse o maior número que podia imaginar. O garoto, meio sem saber o que fazer, disse: “googol”.

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E dae? Como que googol virou Google? Essa é a parte mais doida da história.

Os criadores iam receber um cheque no valor de 100 mil dólares de um investidor, para dar aquela alavancada nos negócios e tornar o Google uma empresa para valer.

Ao passar o cheque, o investidor perguntou qual seria o nome da empresa, logo os caras disseram: “Estamos pensando em Googol”, mas por ignorância ou por ter ouvido mal, o cara pôs Google no cheque, o que obrigou a usarem esse nome.

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Antes que alguém duvide dessa história ela foi contada pelos próprios criadores do Google, Larry Page e Sergey Brin.

Câmeras Polaroid vs analógica vs Câmera digital


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Breve histórico da Fotografia:

Com o passar dos anos, a arte de captar imagens vem evoluindo desde os tempos das cavernas, onde os registros eram impressos através de desenhos nas paredes de cavernas, passando pela pintura e finalmente desencadeando na própria fotografia e ao cinema.

Não se pode dizer que a fotografia foi inventada por uma pessoa, pois ela é fruto de constantes descobertas realizadas desde o século V a.C até a atualidade, que se deve principalmente à necessidade que o ser tem de registrar imagens.

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Os princípios básicos da câmera fotográfica tem origem na Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

Porém a primeira fotografia conhecida foi uma imagem feita em 1825 na França. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz do sol por oito horas.

Atualmente, os sistemas fotográficos modernos sofreram diversos mudanças e melhoramentos. Hoje em dia impera a fotografia digital, deixando para trás os rolos fotográficos e os negativos.

A primeira câmera digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Câmera Analógica

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É um sistema que está há mais tempo no mercado, por isso oferece uma maior opção de modelos, tipos de câmeras e filmes para fotografias específicas (sol, nublado, movimento, slides, preto e branco).

Encontra-se câmeras com valor mais acessível. Pode-se fazer a escolha do tamanho da revelação depois de tirada a foto.

Hoje existem revelações com opção de escaneamento rápido e com custo acessível, que digitalizam as imagens diretamente do negativo possibilitando colocar na internet, guardar em cd ou colocar textos e efeitos.

Lembro me bem da minha infância, quando as máquinas eram todas assim, tinha que por o filme e às vezes demorava décadas para se revelar as fotos, sem falar que tinha nº de “poses”, e nós criávamos uma expectativa louca para saber como saíam as fotos, coisa que hoje não acontece com as câmeras digitais.

Câmera Digital

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Dispensa o uso de filmes fotográficos, utilizando apenas um cartão de memória para registrar as imagens; com variadas capacidades (quantidades de fotos) de armazenamento.

As imagens podem ser guardadas no HD do computador ou em mídias.

As imagens podem ser visualizadas instantaneamente e selecionadas antes de serem passadas para o papel fotográfico.

As imagens podem ser facilmente transferidas da câmera para o computador, através de um cabo USB, facilitando a colocação das imagens na internet.

A maioria das câmeras grava pequenos vídeos com som.

Hoje já se pode revelar em papel fotográfico tradicional com durabilidade de ate 100 anos ao custo das revelações convencionais.

Você pode enviar a foto diretamente do seu computador na tranqüilidade da sua residência e receber em casa.

Adaptado: Fotolab

Google planeja lançar sistema concorrente do Windows no final do ano



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Lá vem o Google de novo, dessa vez querendo tomar conta do mercado de sistemas operacionais.

Hoje foi anunciado que o seu sistema operacional, o Chrome, deve sair no fim desse ano. Segundo Sandar Pichai, responsável pelo desenvolvimento, o sistema tem como alvo os notebooks: "Seremos seletivos quanto à maneira pela qual chegaremos ao mercado porque desejamos propiciar uma ótima experiência ao usuário. Estamos pensando tanto em termos de hardware quanto de software."

O Chrome terá código aberto e sua grande meta é lutar contra o dominante Windows. Mas apesar do esforço do Google, a Microsoft não anda dando muita atenção ao novo sistema, pois acredita que os desenvolvedores de software estão acostumados com o Windows e seria muito difícil que começassem a criar programas em versões diferentes para serem rodados em ambos os sistemas.

Contudo o Google desmente essa história, afirmando que seu sistema vai ser capaz de rodar vários programas existentes.

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Por ser um sistema de código aberto, o Chrome vai permitir que se criem versões dele conforme a necessidade como pretende fazer a Acer, fabricante de notebooks.

Todo o sistema será baseado no navegador Google Chrome e terá seu funcionamento voltado para a computação nas nuvens, que alguns acreditam que seja o futuro dos computadores.

É esperar e ver, essa que promete ser uma das maiores batalhas da informática.

Windows versus Linux



Qual o melhor sistema operacional? Entre nesta guerra entre usuários de Windows e Linux e ajude nossos fanboys a defender seu sistema operacional favorito!

Adicionando um volume à série Versus do Portal Baixaki, trazemos hoje mais uma das polêmicas discussões do mundo da tecnologia. Quem nunca viu uma ferrenha discussão de usuários sobre qual o melhor sistema operacional? E quando o assunto é Linux eWindows, essa disputa se torna ainda mais acirrada e muitas vezes é levada até o grau de programas específicos para o SO.

Diversos usuários enfrentam-se diariamente em fóruns e conversas do assunto. Os tópicos são os mais diversos, mas argumentos que sempre entram na briga são preço do SO, código aberto e liberdade de uso do Linux, contra a facilidade de uso, maior quantidade de programas e popularidade do Windows.

Como não poderíamos ficar de fora deste grande duelo, reunimos dois usuários ferrenhos que vão defender seus pontos de vista expondo os motivos que os levam a gostar mais de um sistema ou outro.

Conhecendo os lutadores

O tradicional símbolo do WindowsNo canto direito, com o símbolo representando uma de suas principais inovações: o Windows. Lançado no mercado no ano de 1985 com o nome de Windows 1.0, desde a primeira versão, o sistema operacional da Microsoft trouxe para o usuário a possibilidade de uso do mouse (e o próprio acessório inclusive), a abertura de mais de um programa ao mesmo tempo (multitarefa) e uma interface colorida, com ícones e janelas.

O simpático TuxNo canto esquerdo, adotando um simpático pinguim como símbolo e representando a liberdade de uso e distribuição: o Linux. A primeira distribuição tinha o nome de Linux 0.01 e foi lançada em setembro de 1991. Ela trouxe a possibilidade de qualquer usuário fazer alterações em seu código fonte e adaptá-lo às suas necessidades, bem como o direito de redistribuir sua versão.

O Linux tem ao seu lado toda uma comunidade de desenvolvedores para efetuar adaptações e melhorias no sistema além de distribuições para todos os gostos e necessidades.

Round 1: instalação

Instalação difícil

Quando os computadores pessoais começaram a se tornar relativamente populares, não sendo somente um privilégio de grandes instituições o Windows sempre contou com suporte ao usuário para o processo de instalação. Mais especificamente a partir do Windows 95, que já era uma versão mais popular do SO, mesmo utilizando vários disquetes para instalação, o processo era guiado na tela para o usuário.

As etapas contam com instruções sobre a operação e, nas versões a partir do XP, quase tudo é completamente feito na interface gráfica. Há uma previsão do tempo que será necessário para completar o processo e o progresso é exibido à medida que etapas são avançadas. Inclusive a Microsoft oferece algumas dicas exibidas na tela durante a instalação, de forma a fornecer de antemão uma prévia da ambientação que é encontrada pelo usuário no final do processo.

Um dia foi, hoje ela é bem simples

Já nos primórdios do Linux, sua instalação realmente era um processo deveras complexo. Ainda mais se o usuário possuía alguns componentes de hardware “diferentes do padrão” ou produtos com dispositivos fechados (algumas empresas faziam “pacotes” de hardware com drivers muito específicos). Entretanto, hoje a realidade é completamente diferente.

Grande parte das distribuições do Linux são instaladas a partir de um CD de forma simples e rápida, assim como é no Windows. Ele também possui uma barra de progresso para informar ao usuário o andamento do processo que, diferente do Windows, costuma ser bem rápido.

Round 2: drivers básicos

Instalou, agora tem que correr atrás dos drivers!

Realmente, ao terminar de instalar uma distribuição do Linux, você já possui todas as ferramentas básicas para o uso, sem ter aquele frequente problema de sair atrás de CDs com drivers e programas para começar a montar seu ambiente de trabalho.

O Windows costumava terminar a instalação completamente “cru”, fazendo-nos ir atrás das caixinhas de CDs para os dispositivos. Entretanto, com o lançamento do Windows 7, a Microsoft já deu uma boa melhorada nesse aspecto.

O Windows 7 procura eles para o usuário!

Agora, após a instalação, o Windows possui um recurso que reconhece os dispositivos presentes no computador e faz a busca dos drivers para o usuário. Ainda assim alguns podem não ser reconhecidos ou encontrados. Em outros casos, por se tratar de uma versão relativamente recente, pode ainda não ser oferecido um driver compatível.

Round 3: inicialização

O Windows é uma tartaruga!

O processo de inicialização do Linux é muito rápido, mesmo que já tenha se passado algum tempo depois da instalação do SO. Além disso, iniciado o sistema, você já pode usar, não precisa esperar mais tempo por isso.

Somente nas versões mais antigas!

As versões mais antigas do Windows demoravam um tempo considerável no processo de boot e inicialização depois de passado certo tempo de sua instalação. Nesse quesito, o Windows 7 já se mostra bem mais eficiente, inicializando em um período mais curto de tempo do que seus antecessores.

Round 4: utilização

Desde a primeira versão oficial lançada no mercado de software, o Windows trouxe algumas das maiores inovações para os computadores pessoais: a interface gráfica e os periféricos. Os desenvolvedores do SO apostaram na praticidade para o usuário como forma de difusão e popularização do Windows.

O Linux é difícil de usar!!!!

O ambiente encontrado era composto por janelas e menus interativos que atendiam aos comandos do usuário por meio de um periférico (mouse). Além disso, era possível criar ícones e assim ter atalhos para os programas mais utilizados na Área de trabalho.

Windows: interface gráfica desde o início e cada vez mais  elegante

A parte gráfica (de interação usuário-sistema), até hoje é uma das maiores preocupações do Windows e recebe cada vez mais melhorias sem pecar em nada na aparência, que se torna cada vez mais moderna e elegante.

Isso é coisa do passado!

Se você nunca utilizou o Linux e pensa nele como uma telinha preta cheia de letras em verde ou branco, está com uma imagem antiga do sistema. Atualmente, a maior parte das distribuições do Linux e, certamente todas as mais comuns, possui interface gráfica e sistema de menus, assim como o ambiente de Área de trabalho também permite colocação de ícones como forma de atalho.

Interface gráfica do Linux: tão eficiente quanto a do Windows

Além disso, de uma forma geral as informações pessoais do usuário são portáteis no Linux. Caso você precise mudar de distribuição, basta copiar alguns dados da pasta local (“Home”) e copiar na nova distribuição para que todas as suas configurações de usuário sejam mantidas.

Round 5: facilidade para localizar e instalar programas

Em tempos remotos, quando você queria instalar um programa para o Linux, dependendo do que fosse, era bom se preparar para o pior. Com a popularização da internet isso foi parcialmente resolvido, pois você podia procurá-los online e de diferentes fontes.

Central de software FTW!

Hoje, algumas distribuições do Linux contam com uma central própria de software. Após o acesso, basta efetuar a busca pelo programa (por nome ou categoria) e instalá-lo a partir da mesma interface, com apenas um clique. Como nem tudo é perfeito, entretanto, existem programas que não estão disponíveis na central.

Central de softwares do Ubuntu

Com o Windows, é tudo meio à moda antiga: é preciso procurar o programa, baixar e instalar ou executar a instalação a partir de uma mídia disponível. Entretanto, normalmente não há qualquer dificuldade para encontrar aquele que você quer disponível para o SO.

Os programas são fáceis de encontrar e instalar!

Adicionalmente as instalações costumam ser fáceis e contam com instaladores que guiam o usuário durante todo o processo.

Round 6: programas e compatibilidade

Praticamente o único momento no qual você tem sérias dificuldades com relação à compatibilidade de software para o Windows é logo que uma versão nova do SO foi lançada. No caso do Windows 7, mesmo no momento de seu lançamento já havia uma grande quantidade de programas adaptados e desenvolvidos para ele.

Windows tem mais programas e jogos!

Nesse quesito, não há discussão: como a maioria dos usuários de computador utiliza o Windows, as empresas se preocupam em lançar programas que sejam compatíveis com o sistema. Isso é ainda mais perceptível com relação aos jogos, muitos deles sequer oferecem versões para serem executados em outras plataformas.

Dizer que o Linux não tem compatibilidade com programas é o maior argumento dos defensores ferrenhos do SO da Microsoft, porém a realidade já é outra. Como o Linux tem uma grande comunidade de desenvolvedores envolvidos, atualmente há sempre alguém disposto a atualizar ou desenvolver versões de programas para ele.

Nós já temos uma grande variedade de programas

Não se pode mais dizer que faltam programas ou variedade deles para o Linux, embora alguns permaneçam apenas com versões inferiores às existentes para o Windows. Entretanto, o grande calcanhar de Aquiles do SO são os jogos, os quais se possuem pouco ou nenhum suporte e alguns sequer contam com uma versão para o Linux.

Round 7: Personalização

O Linux é completamente personalizável

Absolutamente qualquer coisa pode ser alterada na interface do Linux. De um mero papel de parede ao lugar nos quais os botões são mostrados em uma janela. Se você gosta de efeitos, o Linux também dá um show à parte com suas janelas “maleáveis”, múltiplas Áreas de trabalho que podem ser abertas lado a lado, em cubo, estilo “coverflow”, entre várias outras possibilidades.

Nesse aspecto, o Windows é mais engessado. Até o Vista, mesmo trocar seu tema para um que não fosse oficial era um processo penoso. E, além disso, não havia qualquer certeza de que realmente fosse dar tudo certo no final.

O Windows está bem mais flexível do que já foi.

O Windows 7 trouxe uma grande inovação neste aspecto, com temas que podem ser instalados a partir de poucos cliques e sem sofrimentos. Além disso, eles são automaticamente configurados, dispensando processos manuais de troca. Mesmo temas de terceiros estão apresentando mais compatibilidade e processos menos frustrantes de configuração.

Round 8: segurança e infecções

Você já ouviu alguém falando que pegou vírus no Linux? Após tentar puxar pelas lembranças, deve ter constatado que isso quase nunca ocorre. Existe uma quantidade ínfima de vírus para o SO e, ainda assim, não haveria um que fosse capaz de infectar tanto o Linux quanto acontece com o Windows. Isso ocorre por vários motivos, um deles é o fato de o Linux ter código aberto e várias pessoas arrumando problemas.

O Windows vive pegando vírus!

Isso contribui para que ele apresente um número muito menor de falhas de segurança, o que significa menos brechas a ser exploradas. Outro fato é que o grande alvo de quem desenvolve softwares maliciosos são os usuários e, como o Linux tem menos usuários, torna-se menos atrativo para os criminosos virtuais.

Quase não existe vírus para LinuxAlém dos fatores citados acima, a política de segurança do Linux é um grande diferencial: os programas são executados em modo de usuário e não de administrador. Assim, se acontecesse de um usuário pegar vírus, este não se espalharia pelo sistema, afetando apenas os programas que o próprio usuário instalou na pasta “Home” (na pior das hipóteses), enquanto o sistema permanece intacto.

Uma infecção assim é muito mais fácil de ser eliminada e os danos são irrelevantes. Isso levado em conta, não é difícil imaginar por que a criação de vírus para o sistema é difícil e desinteressante.

Disponibilizamos várias ferramentas de proteção, além de outras várias presentes no mercado.

O Windows é um sistema fechado e com um tempo de resposta para atualizações de segurança menor do que o Linux. Para existir algo nesse sentido, primeiro alguém precisa detectar a brecha no sistema e resolver enviar o problema para a Microsoft. Após receber mais do que uma queixa o suporte procura verificar o que está ocorrendo.

Após a constatação da falha, finalmente se começa a trabalhar na solução. Parando por um momento para pensar, imagine quanto tempo pessoas mal-intencionadas tiveram para agir enquanto todo esse processo é desenrolado. Além disso, o sistema de permissões e segurança do Windows está longe daquele existente no Linux.

O Windows conta com ferramentas para combater e prevenir infecçõesPraticamente todo usuário utiliza o Windows como administrador, pois de outra forma seria quase impossível aproveitar os recursos do sistema. Adicionalmente, o controle de usuário é desativado pela maioria das pessoas por ser incômodo e pouco eficiente. Ainda assim, a Microsoft reconhece que o problema existe e não deixa por menos.

A própria empresa disponibiliza uma série de ferramentas de proteção (antivírus, firewall, etc.) e, várias outras companhias desenvolvem e atualizam bases de dados de programas para garantir a segurança do SO, inclusive com versões gratuitas para tal.

Round 9 : suporte

O Windows tem mais fontes oficiais de suporte!

Se você é um usuário do Windows e tiver problemas técnicos é possível contar com a central de suporte online, por telefone ou guias rápidos de ajuda disponíveis a partir do próprio SO. As versões mais recentes (Vista e Windows 7) também possuem um sistema de verificação do problema. Ao acessar esse recurso, ele automaticamente busca as possíveis causas do problema e apresenta algumas soluções a fim de tentar resolvê-lo.

O Linux tem uma comunidade inteira para ajudá-lo!

O suporte formal para Linux existe, porém normalmente é cobrado, pois é feito por empresas terceirizadas ou donas de distribuições pagas do sistema. Entretanto, por ser um software de código aberto e adotar tal filosofia, como já foi citado em outros tópicos, o que não faltam são programadores e usuários envolvidos no projeto.

Portanto, sempre que você estiver com problemas ou dúvidas, é possível recorrer a um dos milhares de fóruns de discussão do sistema e procurar ajuda de técnicos e outros usuários. Além disso, há pessoas que fazem guias e tutoriais e os disponibilizam para ajudar a resolver dúvidas, fazer configurações, entre outras finalidades.

Round 10: multiusuários

Suporte multi-usuários

O Linux foi desenvolvido para conseguir lidar com acesso concorrente. Ou seja, ele permite que mais do que um usuário esteja conectado no sistema ao mesmo tempo, sem que um deles seja desconectado.

O Windows Server também tem!

O Windows, por outro lado, oferece suporte para operar com um usuário por vez. Embora você possa ter acesso concorrente à base de dados, o sistema em si não consegue suportar acesso simultâneo. Você pode ter mais do que um usuário, mas não em acesso concorrente. Entretanto, se você precisa dessa ferramenta utilizando Windows, é só instalar o Windows Server.

A versão para servidores do Windows oferece suporte completo para multiusuários, embora não seja aquela que costuma ser utilizada em computadores pessoais.

Round 11: preço

O Linux, assim como os softwares do Projeto GNU, foi desenvolvido para oferecer uma alternativa aos softwares proprietários. Ele é um sistema de código aberto e distribuído sob a GPL, ou seja, qualquer um pode obtê-lo, fazer alterações e redistribuir, desde que disponibilize o código.

O Windows é caro!

Embora existam versões pagas do Linux, a grande maioria da distribuições é completamente gratuita e oferece diversas formas para sua aquisição. Você pode efetuar download das imagens muitas vezes na própria página do responsável por ela sem qualquer custo. Adicionalmente, é possível efetuar alterações para adaptá-lo conforme suas necessidades.

Acima de tudo, você tem a liberdade de repassar uma distribuição de Linux gratuita para seus amigos sem cometer pirataria de software.

O Windows é um software de código fechado e proprietário. O preço para aquisição de uma versão do SO já foi algo que se pudesse considerar muito caro e complicado para um usuário de computador pessoal. Embora a Microsoft tivesse criado algumas versões mais básicas do XP, por exemplo, o preço continuava elevado.

Existem versões acessíveis!

A partir do Vista, a Microsoft começou a lançar versões com preços mais próximos à realidade de um usuário final brasileiro. Como característica principal, elas possuíam menos recursos avançados e de efeitos (como o Glass, que não está disponível na versão Home Basic do Vista).

Entretanto, com o lançamento do Windows 7, o preço do SO no mercado já está bem mais baixo. Mesmo as versões Premium e Ultimate possuem o valor bem abaixo do que costumava ser anteriormente. A versão básica do Windows 7 pode não ser “extremamente barata”, mas é considerada acessível, mesmo por um usuário de computador pessoal .

Round 12: opinião dos usuários

Nada melhor do que a análise dos usuários para concluir este verdadeiro duelo entre sistemas operacionais. Independente de você levantar a bandeira do Linux ou do Windows deixe sua opinião nos comentários e ajude-nos a descobrir qual é o sistema de seu coração.


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